No início de 2023 tive uma conversa com amigos não ligados a tecnologia sobre a IA, em uma tarde de janeiro num barzinho. Embora eu não soubesse muito do tema, sabia o suficiente para dar um panorama geral sobre o assunto.
Três anos depois, quase tudo (parece) estar conectado com a IA – talvez um bate-papo com amigos consiga escapar. Talvez?
Falar que o mundo mudou depois da IA pode soar determinista e exagerado nesse momento. Porém, algo mudou. Esta mudança veio com força. Para muitos, eu inclusa, gerou desconforto, incômodo, estranheza.
Não quero viver num mundo controlado por uma possível Skynet ou onde a realidade esteja caminhando para que Idiocracia seja uma visão do nosso futuro, e não um filme de humor com piadas bobas.
Em 2025 eu li, estudei, fiquei de olho e tentei reverter todos aqueles sentimentos negativos vinculados à IA dentro de mim. Há uma certa estranheza ainda, e quero que ela esteja aqui, para ser meu senso crítico a tudo o que vem sendo feito.
Fiz um curso do Tera que me mostrou um lado onde “a grama é mais verde” da Inteligência Artificial – ela é uma grande ferramenta que pode trazer muita coisa interessante. E essa sensação foi muito, muito boa. Há um universo de coisas grandiosas que podem ser feitas e produzidas.
Porque o mundo que quero viver, é aquele que a IA ajudará a trazer a cura para o câncer, soluções para problemas complexos e quem sabe ajudar a gente a ter mais tempo para os amigos, numa mesa de bar, conversando sobre coisas boas da vida.
É na construção deste mundo que quero estar, agora em 2026.
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– Texto sem revisão de nenhuma IA. Meu objetivo é conseguir escrever por mim mesma sendo prolixa, com minhas falhas e vícios de linguagem. E tudo bem 🙂










