Uma série com tantas referências e semelhanças com o que gosto preencheu meu mês de abril – um período meio complicadinho. Como válvula de escape, foi mais que eficaz. Dando esta pequena introdução, quero falar do Walter.
Você me fez rir, fez me questionar o motivo pelo qual eu estava ali vendo certos episódios (porco espinho voador foi demais para mim!), me fez pensar em universos paralelos e decisões que tomamos, no absurdo e no inconcebível.
E na vida, nos erros, no perdão.
Numa série com uma personagem tão forte quanto a Olivia, foi você e a Astrid (Asterisk, Astro, Asteroid, Astral, Aspirin, Asterix, Astrick, Esther, Ashram, Ostrich, Aphid, Ascot, Athos, Alex, Aspen, Afro, Astril, Astrif, Abner, Agnes, Asner e Acid – obrigada Perplexity) que estão agora aqui comigo e permanecerão (menção honrosa a Gene).
Eu não concordava com sua atitude tão egoísta de raptar o Peter de outra família, vi seu sofrimento e todas as consequências geradas por este ato. E convivi juntamente contigo com sua culpa.
Nosso perdão e nossa aceitação é a mais árdua. E a mais dolorida. Mas existe esperança, existe sim.
Walter, sentirei falta das suas viagens, das loucuras culinárias em meio a corpos, das teorias mirabolantes e da ideia do saber do milk shake perfeito de morango.
Obrigada.
