Leitura: Cor de defunto
Uma leitura no estilo pá-pum. Indicação de alguma newsletter, provavelmente.
Para começar o textinho, o que me vem a cabeça é seu estilo narrativo: muito fluído, rápido, pontuação escassa, linguagem direta. Estas indicações as vezes trazem boas surpresas, noutras fico pensando: minha crítica é por desconhecimento ou simplesmente do meu gosto?
Minha opinião é sobre o estilo narrativo. Não demora muito para entender a personagem, sua vida, sentimentos, medos, luto. Tem momentos divertidos, mas senti falta de algo. Não é sustância.
Talvez aquela coisa da conexão.
É um livro duro, de uma vida dura, uma realidade dura. Curioso é que localizei o livro dentro de uma localização de tempo quente, mas não ao nordeste. Depois, vendo que é autora é cearense, pude traçar uma localização mais condizente com o que li no livro.
Achei a capa belíssima.
Cami di Malta
Nota: 3,5
Leitura: O cair da noite
Posso considerar como uma leitura dupla: primeiro apenas a parte escrita pelo Asimov e depois a leitura do antes e depois – mas também a leitura do meio. Reler o meio depois de conhecer o antes fez muita diferença.
E este é meu primeiro comentário. Será que a parte do meio, sem a introdução do que ocorreu antes, estava tão direta e dura, que na segunda leitura se tornou mais fluída e fácil a leitura? Lembro de me embananar com os nomes e não decorar os personagens. Diferente do que aconteceu na leitura do todo.
Independente disso, foi uma leitura e tanto. Precisava de uma leitura que me tirasse um pouco do meu lugar e fizesse minha cabeça viajar. Asimov consegue. Até hoje, quase uma semana pós leitura, fico pensando num céu com até seis sóis simultâneos! Deve ser extraordinário! Imagina a quantidade de sombras.
Assim como deve ser fora do comum um mundo com um único sol, para aqueles que vivem uma realidade diferente.
A expressão para o livro pode ser esta: realidade diferente. Estamos tão presos à realidade atual que o novo não faz sentido, não é uma possibilidade e com certeza não precisa ser considerado.
No filme Devoradores de Estrelas a espécie do Rocky desconhece uma lei básica para nós (não lembro qual é agora) e fiquei pensando: como assim??? Como isso não é unânime, como isso não seria base de qualquer civilização quando avança no entendimento e conhecimento da ciência.
E por que seria, oras?
Questões.
Desconhecer um Kalgash 2 simplesmente por não vê-lo? Sim. Desconhecer um eclipse? Sim.
E de um lado temos cientistas e acadêmicos que nos últimos 2048 anos trouxeram muita ciência e conhecimento, mas em processo de negação de uma possível tragédia. De outro, fanáticos pregando o fim do mundo – sempre o mundo está acabando.
A saída no final, de fazer o que é possível abraçando os fanáticos para que haja um mínimo de retomada do conhecimento pela ciência é o que temos que fazer. E que nossos descendentes lidem com isso daqui uns 200 anos.
E um novo ano divido começa para Kalgash.
Isaac Asimov e Robert Silverberg
Nota: 4,5
Dia 25: educativo peito + 4 x 150 com 30′ de intervalo = 600 crawl
Na minha cabeça, qualquer nado livre, vira crawl. Por que parar a cada 150 metros? Vamos de 600 logo!
Engraçado foi faltando 5 min eu determinar: vou fechar 200 aqui. Tudo bem que o palmar e o pullboy ajudaram.
Fez sol em Curitiba!!! E também choveu.
Observar de fora, para entender melhor.
Dia 24: medley em 750
Choveu. Não fez sol.
750 com 50 crawl e 25 sequência do medley. Falta de lógica total.
Nota mental: nunca pensar em fazer passeio em locais de vulcão. Ativos ou não.
Gostosinho o livro da Fábrica.

“Assim que a IA se torna confiável o suficiente para realizar o trabalho, ela começa a substituir as pessoas.
Quando você substitui a cognição humana — um elemento escasso, você a torna irrelevante.
Trabalhando 24 horas por dia, lendo mais, dominando todos os idiomas.
Isso não é como o surgimento do PC. É algo comparável à história evolutiva.
É como se alienígenas estivessem, de fato, entre nós. Só que eles não chegaram em naves espaciais.”
Dia 23: leitura pá-pum
Não é sobre bater uma meta ou um volume de leitura, mas sobre escolhas que fazemos. O livro é bom? Tenho opiniões. Parece-me que o livro passou por um hype danado. Ter crítica é importante. Sobre Enterre seus mortos.
Alongamento em casa, principalmente pescoço, porque em Curitiba: chove.
Primeira vez usando sapato fechado em mais de duas semanas.
Dia 22: natação com sono rendeu
O bom de logo fazer atividade física, é que a atividade física está feita.
Fez meia hora de sol. Aí choveu.
Terminei o livro. Um que me fez e me fará pensar por uns dias. Deixar a responsabilidade de resolver os problemas para o futuro – e vamos viver o presente que é o que é possível.
Clube do livro muito gratificante. Sei tão pouco. Há tanto para se conhecer!
Dia 21: atividade física todos os dias não muda número na balança
O que está acontecendo em Curitiba? Chuva, claro.
Quase terminando o livro. Pensei em pular o miolo, que já tinha lido, mas resolvi reler com o conhecimento prévio do antes. E o jornalista mudou completamente de aspecto para mim. Palavra feia: aspecto. O personagem mudou, melhor.
Mesmo assim, parece-me que a preparação foi ineficaz. Seriam considerados tão insanos e malucos quanto os apóstolos, com certeza.
Dia 20: natação descansada
Rendeu. Rendeu também o dia, com um pouco de sol e tarefas para resolver na rua.
Mais sobre o livro. Pensando em como deve ser diferente não ter noite e como as pessoas se acostumam com o que vivenciam e todo o resto pode parecer impossível por simplesmente ser o diferente.
A escolha de pessoas da ciência para alertar o mundo sobre uma mudança inevitável e destrutiva. Ironia não?
Dia 19: natação cansada
Mas natação. Chuva demais nessa cidade, chega gente.

Lendo muito O cair da noite. Com a visão do “antes”, estou estruturando melhor os personagens na mente, construindo seus perfis. Muito massa.
Dia 18: quase falhei e esforço demais pode ser ruim
Fiz 5 minutos de alongamento. O esforço de ontem me custou caro, porque o corpo chiou = dores no pescoço me deixaram dura.
Fez calor? Eu não sei, não tenho certeza.

Depois de descobrir que o livro que li era apenas o final, fui atrás do conteúdo completo de “O cair da noite”. E fiquei muito intrigada sobre como seria possível um planeta ter 100% do seu tempo com claridade. Apesar do modelo não ser sustentável com seis sóis, foi interessante ver isso com a ótica da ciência.
Este livro ainda vai me trazer muitas curiosidades. E isso é ótimo.
