Pequenos registros

Dia 17: dia de vermelho

Se Olaf pode se auto intitular expert do amor, eu me auto intitulo expert em polichinelo.


Punch a melhor coisa do dia.


Como é bom fechar um problema.


Saiu sol ☀️

Dia 16: ressaca tardia + chuva + frio

Estou ansiando pelo aquecimento global. Não dá mais este frio e chuva. Se fosse só chuva.


Home-office + chuva = sem chance de ir para academia de carro.


A costa selvagem serviu tremendamente seu propósito.

Dia 15: polichinelo

– A satisfação de se fazer algo tão trivial para tantos e tão distante para outros (eu). É isso.


– Nem o tornozelo doeu.


– A Costa Selvagem me pegou.

Dia 14: cansaço cansaço cansaço

– Caminhei com a bota o que foi uma ideia meio assim.


– Trabalhei, trabalhei muito. Que ódio de celulares.


– Enzos e rolex.


– Um pôr do sol avermelhado que só foi capturado pelos meus olhos.

Dia 13: descanso com pão de queijo

– Sábado. O que eu fiz sábado? Descansei. A semana cobrou um preço e eu descansei.


– Entre várias marcas, achei uma de pão de queijo que não me faz mal.


Fiz 20 min de exercício com a Carol Borba que me surpreendeu!

Dia 12: sexta xoxa (esta palavra não existe)

Que noite ruim. Mariquinha está mais pesada?


Sabe um dia nublado, com garoa, frio e uma sensação de tristeza? Então. Esta sexta. Depois de ontem, acho que não haveria como haver um dia ensolarado e feliz.


Terminei Poeira Lunar de Arthur C. Clarke. Mais ou menos né.


As vezes, acontece.


Será que volto a acreditar nas instituições e não no cristianismo?

Dia 11: a vida se vai – adeus Lito

Não estava sendo um dia ruim, um dia de home office, um pouco de ressaca de atividade física, meio nublado, mas ok. A notícia do Lito simplesmente.

Simplesmente fim.

Acabou.

Clichês e jargões são dispensáveis.


Mesmo com o calcanhar ainda inflamado, feio, dolorido e tudo mais, fui nadar (não rendeu tanto, faltou comer direito) e fazer pilates (não rendeu tanto porque simplesmente estava com o pé doendo o tempo todo). Se eu estou me sentindo assim completamente bichada por conta de bolhas, é inimaginável o que uma lesão de verdade faz em atletas (amadores ou não).


Quase terminando Poeira Lunar. A subjugação das mulheres incomoda DEMAIS. E aquela coisa, são tantos os personagens e nenhuma mulher né. As reviravoltas também estão cansando um pouco. Mas tá quase.


Este será o 11º livro lido de 2026. Vou tentar chegar a 24. Por que não né?

Setembro: um ótimo mês

Vamos fazer um fechamento de mês. O que foi este último mês para mim?

→ Frio ainda em excesso. Sem necessidade;
→ Muita chuva;
→ Dois machucados atrapalharam as minhas atividades: primeiro a mão esquerda e agora o calcanhar esquerdo, que ainda está me impossibilitando de fazer muita coisa;
→ Voltei a ler com empolgação! Terminei dois livros e tem dois aqui quase quase acabando;
→ Subi um morro!
→ Fiz uma caminhada de quase 11k;
→ Fiz meu treino mais longo na vida de natação (até agora!).

Não sei se dobrei a meta. Mas comecei o desafio #101dias:

☑ Natação: 8
☑ Funcional: 5
☑ Pilates: 7
☑ Musculação: 2 🤡
☑ Caminhada: 10

➔ Total de atividades: 32

O tanto de dias em branco por conta do machucado na mão 😞

Acho que não dobro a meta em outubro. Mantendo minha meta dos #101dias está ótimo!

Dia 10: subi no caixote

Calcanhar machucadíssimo. Hor-ro-ro-so.


Subi no caixote no funcional! O medo está na gente. Preciso entender os limites impostos e os reais.


Pipoca de pré treino + atividade física – tempo de digestão adequado = nao recomendado


Li muito. E bateu a sensação tão comum: por que homens sempre pensam como pensam?


Refletindo sobre o controle das emoções dos estoicos. Onde está o limite do controle e da escolha?

Dia 9: só casa

Dia de um certo cansaço acumulado, bolhas e machucados no pé e apenas um rápido exercício de mobilidade e força em casa.


Chuva e chuva.


Quando não vou, bate uma certa culpa pela ausência na academia. Por outro, meu corpo está aqui pedindo uma pausa.


Devorando o livro do Arthur C. Clarke.