A gente se comunica, a gente se entende, a gente se envolve. Não tão bem quanto antes (hipótese?), mas a gente tenta. Em um português mais bonitinho e formal, seria: “nós nos comunicamos” ou “as pessoas se comunicam”. Vai a gente mesmo.
A sensação que tenho é que algo se rompeu nessa capacidade de nos entendermos: seremos capazes de ajustar essa quebra com boas práticas e um pouco de boa vontade?
A impressão que fica é que tudo volta para isso: se expressar e se entender.
Eu tenho um post-it em minha mesa que outrora estava grudado na parede, com os dizeres:
Comunicar
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Não haveria guerras, brigas de trânsito ou discussões sobre ovo de páscoa versus barra de chocolate se as pessoas tentassem seguir essas sugestões. Estou olhando com a visão de copo meio cheio, onde um otimismo se faz necessário, sim.
E, olhando bem, não é nada complexo. Porque tudo começa com se expressar e se entender.
Parece que estamos perdendo isso, como sociedade, como grupo organizacional, como pessoas. É tudo sempre na urgência, no superficial, no “não quero perder tempo com isso”.
Sabemos da importância de uma escuta ativa, de buscar a empatia nas relações e de estar aberto a opiniões diferentes. Estamos praticando essas ações? Eu estou?
Para resolver o problema do post-it, é só fazer um novo. Para resolver o problema da humanidade, aí é outra história. Mas, para mim, é uma lembrança de que devo persistir e tentar sempre ser uma pessoa melhor – um pouquinho a cada novo dia.
